Conheça os cuidados para investir no mercado de transporte compartilhado

Atualmente, entre as ideias de negócios mais visadas para este ano temos o transporte compartilhado. No entanto, por ser uma área um tanto quanto diferenciada é preciso tomar alguns cuidados quando for investir no mercado de transporte compartilhado.

Até porque é bem provável que você já saiba que existe uma oportunidade focada na mobilidade urbana, né? É aquela que vem com aplicativos de compartilhamento de caronas, por exemplo. Outros bons exemplos são a bike e o patinete elétrico.

Mas, como se destacar nesse meio? O artigo de hoje foi produzido para responder essa pergunta. Só que muito mais do que falar de finanças, a gente vai considerar os cuidados para não ter problemas no futuro. E muito mais. Continue lendo para entender melhor.

As ideias de negócios

Esse tipo de transporte, que é compartilhado, é uma excelente maneira de pessoas e empresas reduzirem gastos ao utilizarem um produto ou serviço por um tempo determinado, evitando a aquisição do bem. Por exemplo, quando se aluga uma bike.

Além desse aluguel de produto, algumas empresas adotam o sistema de permuta também. Então, é muito importante saber disso porque pode ser a sua forma de ganhar dinheiro.

E é fácil saber por que isso funciona na prática. Por exemplo, o fato de que muitas pessoas não querem mais ter um carro próprio porque ele dá muito gasto, especialmente com a manutenção. Nesse caso, elas optam pelo Uber ou locação de carro para trajetos mais longos.

Tem ainda a questão de morar em condomínios. A ideia é muito boa para quem mora em apartamentos pequenos e usam toda estrutura compartilhada do prédio. O mesmo vale para os coworkings, que são espaços colaborativos para fins empresariais.

Patinete elétrico

A ideia do patinete elétrico merece ser citada a parte. Isso porque ela pode ser uma tendência nos dias de hoje, mas não é por acaso. É a resultante de uma busca do público por ferramentas para uma vida mais saudável. E isso acabou sendo visto por várias startups.

Conheça os cuidados para investir no mercado de transporte compartilhado

Por isso, na hora de investir no mercado de transporte compartilhado é preciso considerar essa economia colaborativa e a possibilidade de ser rentável.

De modo geral, o aluguel funciona com base no tempo de uso, já que o produto vem com um GPS incluído. Assim, para liberar a pessoa precisa usar o QRCode ou o Bluetooth e o tempo começa a valer.

Outras tendências

Você também pode estudar o que está acontecendo no mundo para verificar outras tendências para os próximos anos. Na Europa, serviços de compartilhamento de veículos são sucesso. O Turbi vem testando a operação no Brasil e vale a pena ficar de olho nos resultados.

Além disso, existe uma infinidade de ideias a serem exploradas, como capacete, patins e outros. Dá até para pensar em um estacionamento de bicicletas, que esteja agregado a uma oficina ou loja de acessórios ou até um café com wi-fi. Que tal?

Nesse caso, o que o empreendedor precisa notar é a necessidade que o público em potencial tem. Da mesma forma que falamos da economia colaborativa ligada ao estilo de vida mais saudável, você também pode ver outras oportunidades no mercado.

Os cuidados para investir no mercado de transporte compartilhado

Antes de tudo, saiba que você, nesse segmento, vai precisar ter um bom aplicativo de celular ou software de computador para ter sucesso. Hoje em dia, qualquer novo empreendimento do transporte compartilhado precisa disso. Mas, há outras dicas também.

Por exemplo, você tem que estudar o mercado. Conheça inteiramente o seu produto, a ideia, o público, a concorrência. Além disso, é preciso pensar na área de atendimento, que é sempre um desafio.

Você também deve pensar no seu custo de produção. Por exemplo, você vai fabricar no Brasil? É preciso saber disso e considerar os custos. Isso sem contar com a depreciação ou manutenção deles, que vão acontecer mais cedo ou mais tarde.

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As leis de trânsito

Sobre as leis de trânsito é preciso tomar muito cuidado ao investir no mercado de transporte compartilhado porque ele ainda está sendo moldado. Mas, para início de conversa, você vai ter que considerar a velocidade máxima do seu equipamento.

Além disso, pense nos pontos de retirada, no caminho, nas responsabilidades. Isso porque jamais vamos poder esquecer do uso de equipamentos de segurança, como capacetes, lanternas, etc.

Especificamente sobre o equipamento, lembre-se que tem o chassi, o GPS, os componentes. E uma boa ideia é pensar em diferenciais, especialmente aqueles que são para a saúde e bem-estar do usuário.

Por último, temos os cuidados com o software que vai precisar sempre estar atualizado e desbloqueado. Além do monitoramento, que é para concretizar a ideia de colaborativo e compartilhado.

Bônus – conheça o Bike Ajuda

Um exemplo de tudo isso que falamos é o Bike Ajuda. Ele tem o objetivo de incentivar o uso de bike em várias cidades no país. Nesse caso, o ciclista poderá pedir ajuda para consertar a bicicleta ao acionar um botão de emergência.

Outra coisa é que o aplicativo traz um mapeamento de locais perigosos. Mas, esses só são alguns dos diferenciais que o app traz para o seu público. Sendo que as atualizações são bastante frequentes e respeitam as ideias e sugestões de quem usa o programa.

Os interessados podem baixar o aplicativo de graça, fazer um cadastro que não tem custo e começar a usar. Sugestões e dúvidas podem ser enviadas para o contato@bikeajuda.com.br.