O que as empresas precisam saber sobre os influenciadores nas redes sociais

Se você é dono de algum negócio, independente do porte, é possível que já tenha pensado em ter alguns influenciadores nas redes sociais para aumentar as vendas e ser mais bem-visto. Não é mesmo? Mas, será que isso tudo é verdade? Afinal, vamos descobrir mais sobre isso.

Afinal, é óbvio que sem identidade, não há marketing no mundo que fará milagres. Então, só pensar nesses influenciadores digitais não é algo inteligente de ser feito. Além disso, tem a questão das métricas também: sem métricas não há resultado.

Inclusive, hoje em dia o mercado já não permite mais frases como “acho que ficou bom”. Ou ficou bom ou não ficou, né? Então, para terminar essa introdução, vamos considerar que contratar um influenciador significa aproveitar ele para impulsionar as vendas.

Mas, isso não significa que ele fará milagres, está bem? Afinal, a venda vai poder ser realizada de diversas maneiras com essa contratação. Podendo ser por cliques, tráfego, engajamento, entre outros.

A ideia é compartilhar a marca

Depois de tudo que falamos acima, considere que dá para usar os influenciadores nas redes sociais desde que a ideia seja a de compartilhar a marca e não a de criar uma nova identidade. Ok? Com isso, pense em algo como impulsionar.

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Um bom exemplo para considerar isso é o que você deve escolher alguém que condiz com os eu nicho, pensando em coisas como idade, gênero, localidade.

Um dos profissionais especializados nesse assunto é Thiago La Torre. Para ele, não existe uma maneira única de trabalhar isso, que ele chama de audiência compartilhada. “O Facebook (dono Instagram e do WhatsApp) está atento ao crescimento do uso de influenciadores”.

Sendo assim, ele diz que a conta é muito simples de ser feita pelo empreendedor: “parte da verba de publicidade que seria destinada ao Facebook ou Instagram passa a ser destinada diretamente para os influenciadores”.

Então, deve-se investir nos influenciadores?

O mesmo especialista diz que o ideal é ficar de olho no mercado. Isso porque o Facebook não gosta e não quer perder dinheiro. Então, o que tem feito? Tomado medidas que acabam “prejudicando” os digitais influencers.

Por exemplo: “automações (para reduzir o alcance dos influenciadores), remoção da contagem pública de likes (diminui a capacidade de o cliente analisar o engajamento) e o lançamento de ferramentas de anúncios em cobranding.

Sendo assim, o que se espera para o futuro é que as ações de influência dentro do Facebook e Instagram vão continuar existindo. Porém, será necessário destinar uma fatia de verba para essas marcas também – e não apenas para os influenciadores.

Os influenciadores nas redes sociais, mas quais?

O próximo tópico é a gente analisar de quais mídias sociais estamos falando. Para outra especialista da área, o Facebook não vale mais tanto a pena para campanhas de marcas. Por outro lado, Instagram e Twitter ainda geram bons resultados.

Ela ainda diz que o podcast é uma tendência ainda pouco explorada pelas marcas, coisa que deve mudar nos próximos anos. “Nos Estados Unidos, o mercado de influenciadores movimenta US$2 bilhões, o equivalente a cerca de 2% de toda mídia digital do País”.

Sendo assim, o que fica de lição é que todas as mídias sociais vão eventualmente perder o engajamento com o passar dos anos. Por isso, o foco da marca deve ser em criar resultados ao longo prazo – e não criar audiências em canais específicos.

Thiago cita que no ano passado, o Facebook teve seu alcance orgânico reduzido a menos de 2%, o mesmo já aconteceu com o Instagram, cujo engajamento já caiu pela metade. Por outro lado, nos EUA, o Snapchat é muito forte com os millenials e se fala muito Tiktok.

Os influenciadores digitais alternativos

Outra tendência que a especialista comenta é sobre o fato de que agora, mais do que nunca, os influenciadores terão agências para organizar o trabalho. Então, é a partir disso que serão definidos as novas campanhas e os tipos de parcerias.

Curiosidade – Descubra quanto ganha um digital influencer no Instagram

Mas, o Thiago traz uma reflexão muito boa para os empresários de menor porte que não podem investir tanto assim nessas pessoas e celebridades – para impulsionar a sua marca.

O profissional diz que as marcas deverão começar a buscar os chamados nanoinfluenciadores. Mas, quem são eles? Os consumidores que fazem papeis de influenciadores e também os funcionários que poderão ser influenciadores.

“O diretor de conteúdo do LinkedIn, Daniel Roth, diz que o engajamento de funcionários é 10 vezes maior do que o perfil institucional das marcas”, lembra o fundador da La Torre Marketing.

Bônus – saiba o que é o Close Friends

A Bume é uma empresa que vai ser citada aqui porque possui um projeto chamado Close Friends. Mas, o que seria o Close Friends e o que ele tem a ver com essa dos influenciadores nas redes sociais?

influenciadores nas redes sociais

O programa é a produção de um conteúdo exclusivo, sendo que isso auxilia na profissionalização de influenciadores. Então, o programa passa a permitir que o influenciador tenha autonomia financeira e uma renda fixa todos os meses para produzir os trabalhos.

No entanto, esse recurso fixo será proveniente somente do seu próprio conteúdo. A ideia acaba valendo a pena quando os novos influenciadores têm dificuldade em monetizar o trabalho.

Logo, o programa pensa em um mercado onde há muita demanda de permuta, mas poucas soluções para realmente receber dinheiro sobre o trabalho. Em resumo, a gente pode ver e dizer que o Close Friends é uma ferramenta de qualificação de leads e fidelização de clientes.

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